domingo, 6 de agosto de 2017

Eclipse do dia 21 será forte a ponto de mexer com a Terra e até com seu peso: como?

No próximo dia 21 de agosto irá ocorrer aquilo que a Nasa chama de eclipse solar total. Solar porque o Sol será escondido pela Lua por quase três minutos e total porque o Sol é totalmente coberto pela Lua.


Este é o primeiro neste século a cruzar totalmente os Estados Unidos, da costa leste à costa oeste, e poderá ser visto por toda extensão do país. No Brasil, o veremos de forma apenas parcial no Norte e Nordeste do país.

A Nasa ainda informa os efeitos do eclipse - bem mais curiosos do que a escuridão parcial do céu.
Efeitos do eclipse solar total
Força gravitacional tão forte que elevará crosta terrestre

Nosso planeta é permanentemente influenciado pelas forças gravitacionais do Sol e da Lua, inclusive é o que determina as marés. Quando ocorre um eclipse solar, o Sol, a Lua e a Terra estão alinhados nesta ordem e, portanto, toda a força gravitacional desses astros puxa o planeta na mesma direção.

Durante o eclipse do dia 21 de agosto, a força gravitacional do Sol e da Lua sobre a Terra será tão forte que a Nasa calculou um fenômeno raro: até a crosta terrestre irá “inchar”. Ao longo de uma área de mais ou menos 1 mil quilômetros, a superfície da Terra irá se elevar 4 centímetros - é imperceptível, mas ainda assim, impressionante.

Menos 500 gramas de peso

Um eclipse desta magnitude é a dieta mais eficiente que você vai conhecer. Em menos de três minutos, uma pessoa de aproximadamente 80 quilos perde quase 500 gramas - 482 gramas, para ser mais preciso. O efeito é o mesmo que faz a Terra “inchar” 4 centímetros.

O eclipse em si é potencializado porque a fase da Lua é a Lua Nova, a de maior força gravitacional - todo mês, durante esta fase, ficamos um pouquinho mais leve.


Durante os 2 minutos e 40 segundos do eclipse, a influência do Sol e da Lua fazem uma força “anti-gravidade” que se contrapõe à força produzida pelo centro da Terra. Assim, a “pressão” do nosso corpo sobre o chão diminui e ficamos mais leves.

Fonte: Luiz Felipe Silva / Vix.

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